Floripanópolis

quarta-feira, novembro 13, 2013 Aline 3 Comments


Que saudadinha que eu tava de fazer um post cheio de fotos coloridas e alegres! :)

Eu tenho uma formiguinha dentro de mim que não me deixa sossegada - sempre quando termino uma viagem, já quero programar outra. Esse fator somado a organização e planejamento resultam em viajar mais, evitar tarifas altas (tanto de acomodação quanto de locomoção) e no fim, quando estou de volta, não sobrou muita coisa para pagar. 


Florianópolis nasceu da imensa vontade e sede de praia. Quando eu e o Marcus chegamos da Europa, não aguentávamos mais aquele frio chato e o tempo aqui no Brasil já estava esfriando. A vontade foi crescendo até que, quando chegamos de Buenos Aires, meu processo de AuPair começou a andar e aí ninguém mais tinha certeza até quando eu ficaria aqui. Então, lá em Julho decidimos que Floripa seria nosso destino (queríamos Nordeste, mas as tarifas aéreas não cooperaram :/) e já começamos a pagar.


O tempo parecia não passar, mas finalmente chegou Novembro e partimos: 1) Comemorar bday do Marcus 2) Celebrar de 1 ano de pedido de namoro 3) Ter nossos últimos momentos juntos - até que o futuro nos permita o reencontro.


Então, vamos ao que interessa:


Dia 1: Chegada no chalé localizado na mata da Lagoa da Conceição; locamos uma moto e fomos a praia mais próxima, Joaquina (a que tem dunas). Tava um vento DO CÃO, e por ser final do dia (e em plena segundona) já nem tinha movimento. Um taxisista comentou que não é aconselhável ir até lá a noite #ficadica

E chutamos o barde já no começo da viagem, indo jantar no Outback - pela primeira vez na vida não tinha fila e fomos atendidos por um cara super gente boa (que é PM afastado e trabalhou na invasão de pacificação da Rocinha - e por isso 'pediu pra sair'. Uma história bem tensa).


1) Chovia embaixo 2 e 3) Nosso passeio nas bordas da Lagoa 4) Final de tarde na Joaquina

Dia 2: A dona do chalé nos indicou uma trilha que começava uns 20m da gente. Calçamos os tênis e rumamos ao Canto da Lagoa, numa caminhada de aprox. 7km e com 2h exatas de duração. Alguns trechos são compostos por mata fechada, outros dão na beira da Lagoa e alguns passam por pequenas e antigas vilinhas de pescadores; no final, há uma 'orla' com vários restaurantes. Almoçamos no Lagoa Azul (que além de ser filme principal na Sessão da Tarde curiosamente também tinha várias indicações da Veja SC e Quatro Rodas). 


Voltamos de barquinho, nos trocamos, pegamos a motinha e fomos para Jurerê Internacional - que é um cemitério de mansões, já que os rycos nem vão pra lá nessa época do ano - e a praia fica bem deserta e deu pra gente deitar e tomar sol de buenas sem nos importarmos com modeletes sambando seus corpões em nossas caras gordas. Os quiosques são Cafe de La Musique e P12, por exemplo. 

De lá, Passamos um tempinho andando de mãos dadas (ai que romântico!) na orla em Canasvieiras, que é conhecida como praia familiar: tinha até que bastante gente, uns quiosques e o Marcus sentiu falta da farofada toda de Ubachuva. Pra fechar o dia, além de uma chuvinha de verão, comidinha mexicana levinha no Iguatemi, que encontramos há uns 20min do chalé. Chega de blabla e vamos pras fotenhas:


1) Casarão antigo e abandonado no meio do nada 2) Vista do topo da mata
3 e 4) Restaurante na beira da Lagoa


Paradas para descanso durante a trilha. Boring.
E o casalzinho aventureiro.
Obrigada Marcus por não me deixar desanimar naquela caminhada que nunca tinha fim! haha

Dia 3: Como era bday do Barbudo aí da foto, dei folga e acordamos quase na hora do almoço (do jeito que ele adora! haha). Passamos o dia na Joaquina, esticados tomando sol e tentando fugir do vento frio (ninguém mandou ir pro Sul, né?!). O suco tava ruim, a batata frita cheia de óleo, o Marcus conseguiu quebrar uma jarra e eu levei uma bomba de uma Gaivota (Lembram de como eu criei "amor" por elas lá em Hastings?) e quando chegamos no chalé, percebi que o protetor não adiantou de nada e eu estava um pimentãozinho (com o vento frio, a gente acha que não vai queimar, tsc tsc). 


Mas fomos compensados com um bom banho de ofurô no meio da mata que a Andreia (dona super gente boa e zen do chalé) preparou para nós - deitamos lá e esquecemos do mundo. Ô coisa mais boa: só a natureza em volta da gente.  E, para comemorar os 24 aninhos dele, fomos no BlackSwan - um pub inglês demais, que fica na Lagoa mesmo (competindo com outros 2 pubs! Enquanto aqui na região temos 2 decentes). Dia super agradável! :)  


Fotinhas que dispensam legendas.
Exceto pelas GAVIOTAS que MERECEM serem mencionadas. Hmpf.
Fotos a la John Gow!
E meu super ensopado de carne na Guinness! Me senti em Hastings again! 
Dia 4: Depois de tomar aquele café da manhã na padoca, fomos de motoquinha mais uma vez para Canasvieiras (aprox. 40min de vrum vrum). Lá pegamos um daqueles barcos de passeio, que nesse caso era um 'pirata' da Scuna Sul que tocava sertanejo, funk e derivados. A primeira parada foi na Baía dos Golfinhos, que haviam fugido para outro lugar qualquer, e em seguida num restaurante (aliás, no único que tem lá e NÃO recomendamos a food). Passeio terminado, fizemos uma pausa em Jurerê Int novamente - mas dessa vez, para outro propósito: o barbudinho me ensinar a pilotar o/! Como nessa época só tem jardineiro, faxineira e dois turistas paulistas sem noção, pudemos aproveitar as ruas bem pavimentadas e sem movimento. 

Fechando com chave de ouro, jantamos em uma creperia super recomendada que ficava coincidentemente no começo da nossa rua e só descobrimos naquele dia. A Degrau em Grau fica em um casarão que foi utilizado para receber Dom Pedro II em uma de suas visitas; tem um galpão no piso superior que funciona como escola de artes e além da decoração super meiga e rústica, contando com velinhas nas mesas, vimos um público bem hipster e gringos. Aliás, nunca vimos tanta gente falando inglês aqui no Brasil. Cool.


Fizemos quase um ensaio fotográfico lá. Vocês morreriam de vergonha de ver! haha
1) Crepe - bão como todas as outras coisas que comemos lá 2) Vista pra Lagoa (foto do cel não ajuda muito - sdds Nikon) 3) Casalzinho fofinho 4) Descrição e história do local

Dia 5: Praticamente nosso último dia, acordamos meio tarde e fomos pras Dunas lá da Joaquina tentar fotografar. O problema é que o vento realmente atrapalha e o calor tava infernal. Após fazer uma super aventura levando nossa 'malinha' na moto, nos despedimos do chalé adorável e zen e fomos pro Ibis do Centro (bem mais perto do aeroporto). 

O final do dia foi incrivelmente presenteado com um pôr-do-sol belíssimo às margens da Beira-Mar. E nossa última noite não poderia ter sido melhor: graças a indicação de um taxista mega-gente-boa-baladeiro-rei-do-camarote-p12, o Marcus teve MAIS UMA comemoração de aniversário no mexicano badalado Guacamole, com direito a tequilada direto na güela com a tequileira bonitona, mexicanos cantando parabéns a la lacucaratcha e como não podia faltar, seu prato preferido: guacamole. 


Dunas e Praia da Joaquina! :)


Beira-Mar (e o cabeçudinho no canto - ele vai me matar!) :)


Mexican Style! E o Marcus levando uma da tequileira! :p


A gente se diverte lá de cima!

Para homenagear o aniversariante:



Amo vc barbudo! Ou ex-barbudo...

3 comentários:

  1. Adorei as fotos, Aline! Nunca fui no sul do Brasil, ou seja, muito menos em Florianópolis, mas tenho muita vontade de conhecer :)

    beijocas

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    1. Marcela, estou aprendendo a ser fotógrafa com meu celular! haha vendi minha câmera e vou comprar uma nova - inclusive, seu post sobre a sua está me auxiliando!

      :)

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  2. Jum pra vc!

    Um ano e pouco depois e olha nos aqui dando uma de coveiro. :P

    Esse foi o aniversario mais diferente q passei... diria que aquele casa no meio da natureza me deixou meio wild no começo, mas depois aproveitamos muito bem aquela tranquilidade.

    Outro ponto que lembro bem foram os nossos roles de motinha, vc aprendendo a pilotar e ainda aquela praia de jurere vazia.

    Que venham mias dessas! (inclusive nesse ano)

    Loveu

    S2

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